Dia Mundial da Liberdade

idosos, envelhecimento

Hoje, 23 de janeiro de 2018 celebra-se o Dia Mundial da Liberdade. Segundo a Declaração Universal dos Direitos Humanos, que contempla a liberdade no Artigo 1º “ Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade”. Assim, e porque cada vez mais nos questionamos acerca da liberdade de escolha e do poder de decisão de quem se encontra mais vulnerável por uma condição biopsicossocial inferior. Quer por força de um envelhecimento patológico ou do próprio envelhecimento natural. Sabemos que são muitos os que se tornam reféns dentro das suas próprias casas, ou por outra, obrigados a serem transferidos para espaços comuns, hospitalizados ou institucionalizados, onde não deveriam permanecer mais de entre a 30 ou 90 dias, mas onde acabam por manter-se, dia após dia, semana após semana, sem as suas memórias, sem os seus objetos pessoais, sem uma solução viável, quase que consternados com o fim, que se advinha lento e doloroso. Onde, para infelicidade de uns e alegria de outros, a vida se esgota num fio, onde, em algum momento o direito à liberdade e igualdade se perderam, definitivamente. A CSSEF gostaria que todos tivessem a Liberdade de Bem Envelhecer, utopia para uns, talvez, uma realidade para outros, com certeza.
Flávia Silva. Gerontóloga CSSEF, CRL

 

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