Dia internacional do idoso

Dia Internacional do Idoso

A 14 de dezembro de 1990, a Assembleia Geral das Nações Unidas (resolução 45/106) designou 1 de outubro o Dia Internacional das Pessoas Idosas. Esta iniciativa foi precedida por outras como o Plano Internacional de Ação para o Envelhecimento de Viena – adotado pela Assembleia Mundial sobre o Envelhecimento em 1982 – e adotado no final desse ano pela Assembleia Geral da ONU.

Em 2002, a Segunda Assembleia Mundial sobre o Envelhecimento adotou o Plano de Ação Internacional sobre o Envelhecimento de Madrid (PAIEM), para responder às oportunidades e desafios do envelhecimento populacional no século XXI e promover o desenvolvimento de uma sociedade para todas as idades.

Uma década depois do PAIEM, a primeira responsabilização dos governos na associação da problemática do envelhecimento, desenvolvimento social e económico com os direitos humanos. Esta interdependência entre a integração social das pessoas idosas e o pleno gozo dos seus direitos humanos n-ao pode ser ignorada. 

O grau de integração do idoso na sociedade afetará diretamente a suas a dignidade e qualidade de vida. 

O tema de 2018 da UNIDOP é “Comemorar os idosos defensores dos direitos humanos”. E que melhor forma de comemorar este dia do que celebrar os idosos em todo o mundo que dedicam suas vidas à defesa dos direitos humanos?

Mas quem são estes idosos que defendem os seus direitos humanos e das população mais envelhecida? 

Estes estão são diversos quanto a sociedade em que vivem: de pessoas mais velhas desconhecidas que defendem os direitos humanos até figuras de alto perfil e com relevo internacional. Todos e cada um destes exigem igual respeito e reconhecimento dedicando-se e comprometendo-se em contribuir para um mundo livre de medo e livre de carências.

Em 2018 o grupo de trabalho das Nações Unidas UNIDOP definiu como objetivos: 

  • Promover os direitos consagrados na Declaração e o que esta significa na vida cotidiana dos idosos;
  • Aumentar a visibilidade dos idosos como membros da sociedade comprometidos em melhorar o vivenciar dos direitos humanos em muitas áreas da vida e não apenas naqueles que os afetam imediatamente;
  • Refletir sobre os progressos e desafios para assegurar o pleno e igual desfrute dos direitos humanos e liberdades fundamentais pelos idosos; 
  • Envolver o máximo de pessoas no mundo, mobilizando-as  para os direitos humanos em todas as fases da vida.

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