Hidratação no idoso

Funções da água no organismo humano

A água é fundamental para toda a existência, pois a sua ausência inviabiliza a vida, sendo o constituinte mais importante do corpo humano :

  • Principal componente do sangue e linfa (transportador de nutrientes, hormonas e outros compostos);
  • Eliminação de resíduos metabólicos, através da urina;
  • Participação activa em reacções metabólicas;
  • Essencial para os processos fisiológicos de digestão e absorção (componente dos sucos digestivos);
  • Manutenção da temperatura corporal

Agora cabe-lhe a si manter o seu corpo hidratado e a funcionar corretamente. As recomendações de consumo diário de líquidos, para adultos, situam-se normalmente entre 1,5 e 2 litros, variando com o volume corporal de cada indivíduo e com factores externos, que podem levar ao aumento das necessidades.

Fonte: Associação Portuguesa de Nutrição 

O erro de esperar demais

Cuidadores informais

Está mais que na moda falar de cuidadores informais, a classe política apoderou-se e tem como bandeira, de campanha ou não, fazer com que estas pessoas não sejam esquecidas.

Mas quem são estes cuidadores?

Numa recente publicação do suplemento digital  P2 do Público os cuidadores informais são: ” maioritariamente mulheres familiares da pessoa de quem cuidam (nomeadamente esposas ou filhas/noras); têm idades entre os 45 e os 55 anos (no caso de filhas/noras), ou 65 anos ou mais (no caso de esposas); residem com a pessoa de quem cuidam; apresentam baixa escolaridade; prestam cuidados durante quatro ou mais horas; auferem, potencialmente, baixos rendimentos.”

Sendo que estes cuidadores podem desempenhar as mais variadas tarefas. Estas podem ir da mais simples companhia até às atividades complexas e desgastantes dos cuidados de proximidade como a higiene pessoal.

Porque se desgastam tanto os cuidadores informais?

Quantas vezes, nós pessoas ativas da sociedade cuidamos de alguém, dependente, 24h por dia, 365 dias por ano e sem direito a salário ou a férias?

Provavelmente nunca, imaginem esta proposta de trabalho:

Procura-se profissional sem experiência para:

Cuidar de alguém 24h por dia;

Sem direito a remuneração ou férias;

Sem bonus anuais;

Sem direito a greve;

Sem direito a seguro de trabalho ou acidentes pessoais.

Quem na realidade aceitaria tal coisa!?

Pois é isto que atualmente em Portugal tem direito um cuidador familiar ou informal.

Está na hora de capacitarmos os nossos cuidadores, dar-lhes formação e estratégias para poderem fazer o seu trabalho mais tempo e com mais dignidade.

Dar oportunidade de estes poderem descansar, colocando estruturas e meios, como a rede nacional de cuidados continuados ou equipamentos como os Serviços de Apoio Domiciliário à sua disposição.

Mas verdadeiramente à sua disposição e não colocar-los em filas de espera em que não podem estar ou a preencher papelada à qual não conseguem dar resposta.

Humanize-se o apoio a quem cuida, não chega criar uma qualquer prestação social e demitir-se de tudo o resto.

 

 

Onde quer envelhecer?

E se de repente fosse confrontado com tal questão? E se pudesse escolher o local e ambiente onde poderia passar o resto da sua vida?

Quando questionamos os mais velhos sobre ‘’qual o lugar ideal para envelhecer’’, respondem geralmente ‘’aquele que eu já conheço’’. Na verdade, envelhecer no lugar onde se viveu a maior parte da vida e onde estão as principais referências (relacionais e materiais) constitui uma vantagem em termos de manutenção do sentido para a vida e de preservação de sentimentos, de segurança e familiaridade. Isto é alcançado tanto pela manutenção da independência e autonomia, como pelo desempenho de papéis nos locais onde se vive.

Há um facto que não podemos negar nem nos esconder: O Mundo está a envelhecer! A população cada vez é mais velha. Estaremos preparados para isso? Ou vamos continuar a seguir a linha de resolução dos variados’’ problemas’’ da sociedade actual, esconder!

Vamos esconder os nossos idosos? Será que é isso que eles querem? Será que é isso que queremos num futuro para nós?

Segundo estimativas da Organização Mundial de Saúde, em termos globais o número de pessoas com mais de 60 anos poderá alcançar os 22% em 2050 e atingir um valor da ordem dos 34% na Europa, o que significará então que um em cada três europeus terá 60 ou mais anos de idade.

Fazendo parte da região mais envelhecida do planeta, em Portugal a tendência para o envelhecimento populacional é ainda mais acentuada, o que faz de Portugal um dos países mais envelhecidos do mundo (Fernandes, 2014).

Ao invés de ser «um problema», o envelhecimento da população constitui um feliz ponto de chegada do desenvolvimento humano. Viver mais tempo é fruto de conquistas diversas sob o ponto de vista médico, tecnológico e social. Mas a existência de um número cada vez mais elevado de idosos saudáveis e ativos constitui igualmente um desafio para as comunidades, sejam elas urbanas ou rurais. À medida que envelhecem as pessoas têm necessidade de viver em ambientes que lhes proporcionem o suporte necessário para compensar as mudanças associadas ao envelhecimento, algumas delas sinónimo de perda de capacidades. A criação e manutenção de contextos favoráveis e facilitadores do envelhecimento é uma tarefa indispensável para a promoção do bem -estar das pessoas idosas e para que elas possam continuar a ser, pelo maior tempo possível, autónomas e socialmente relevantes. O lugar onde a pessoa vive não é apenas a sua casa, também é a comunidade onde essa casa se insere. A organização do espaço, o tipo de edifícios, a rede de transportes, a disponibilidade de serviços na zona envolvente à habitação, tudo isso são variáveis que contribuem para um envelhecimento verdadeiramente participativo ou, pelo contrário, para um envelhecimento socialmente excluído. Perante estes dados, é inevitável que se questionem as perspectivas tradicionais sobre os modos de vida em idade avançada e sobre o tipo de recursos a mobilizar para responder aos desafios do envelhecimento populacional.

O que se faz em Portugal?

Em Portugal, as primeiras respostas universais destinadas às pessoas mais velhas começaram a emergir após o 25 de Abril de 1974, quer através de modalidades de ação social (por via da criação de serviços e equipamentos), quer através da prestação de apoio económico (sob a forma de subsídios, reformas e pensões). Uma das faces mais visíveis da política social de apoio aos idosos foi sem dúvida a evolução do número de equipamentos sociais, com incidência nas respostas Centro de Dia (com um crescimento de 28% ao longo da década de 1990) e Lar de Idosos (passando de 600 em 1994 para 895 em 1996); os anos seguintes iriam acentuar este investimento, com um crescimento de 38% da resposta Lar de Idosos e 30% da resposta Centro de Dia, entre 2000 e 2011 (Guedes, 2014).

Apesar do número de pessoas a residir em instituições constituir uma pequena minoria do total da população idosa portuguesa, o Lar de Idosos tornou -se um ícone das respostas sociais para a velhice, surgindo mesmo associado a um sinal de desenvolvimento social por desse modo atender -se às necessidades dos mais velhos através de um serviço permanente de prestação de cuidados. É verdade que o Lar de Idosos constitui atualmente uma resposta imprescindível em situações de extrema vulnerabilidade ou quando mais nenhuma outra alternativa se revela suficiente para corresponder às necessidades da pessoa idosa (que podem ir do abandono social à degradação das condições materiais de vida), mas também não é menos verdade que a entrada num Lar de Idosos provoca sempre uma rutura com o quadro de vida anterior da pessoa e quase sempre com a comunidade a que ela pertencia. Não obstante a taxa de ocupação dos Lares de Idosos apresentar valores próximos dos 100% (e frequentemente com listas de espera em número idêntico ou até superior às vagas disponíveis), não é possível nem seguramente desejável prosseguir indefinidamente a expansão desta resposta em detrimento de outras que visem garantir a manutenção da pessoa idosa no seu domicílio. Com este propósito, o Serviço de Apoio Domiciliário tem vindo a fazer o seu caminho, sendo a resposta social que apresentou maior crescimento. O investimento realizado nos últimos anos tendo em vista a sua disseminação por todo o país e a diversificação dos serviços prestados aos respetivos utentes tem seguramente contribuído, de forma discreta mas efetiva, para a manutenção de um número considerável de pessoas idosas no seu meio habitual de vida, retardando ou evitando mesmo a institucionalização.

As famílias que contratam serviços de apoio domiciliário para os seus idosos procuram essencialmente garantir a solução de dois problemas: a falta de autonomia e a solidão . O apoio domiciliário permite que exista a companhia regular de um profissional e ainda que sejam asseguradas tarefas do dia a dia, como o controlo das tomas da medicação, apoio ao nível da higiene dos idosos, da sua alimentação e de todas as outras tarefas domésticas. Para além das vantagens para os idosos, o apoio domiciliário melhora também as relações familiares. O pouco tempo que a família passa em conjunto, pode ser canalizado para a partilha e para os afectos, já que as necessidades básicas e a qualidade de vida do idoso e dos cuidadores familiares, está assegurada.

Assim sendo, o Serviço de Apoio Domiciliário da CSSEF apresenta-se como uma solução viável para a prestação de cuidados no domicílio, com o objectivo de proporcionar uma manutenção ou melhoria na qualidade de vida dos nossos clientes, através da nossa equipa multidisciplinar que está ao seu dispor 24 horas por dia / 7 dias por semana.

 

Referências:

Fernandes, A. (2014). Revolução demográfica, saúde e doença. In A.M. Fonseca (Coord.), Envelhecimento, saúde e doença. Novos desafios para a prestação de cuidados a idosos (p. 7 -26). Lisboa: Coisas de Ler.

Guedes, J. (2014). Cuidados formais a idosos – desafios inerentes à sua prestação. In A.M. Fonseca (Coord.), Envelhecimento, saúde e doença. Novos desafios para a prestação de cuidados a idosos (p. 181 -218). Lisboa: Coisas de Ler

 

Tiago Araújo 

Enfermeiro Especialista em Reabilitação

 

 

Viver depois de um AVC

Dia Mundial do AVC 

O Acidente Vascular Cerebral pode acontecer a qualquer pessoa, em qualquer lugar, em qualquer idade – de bebes a crianças e adolescentes a idosos. Os efeitos e o tipo de suporte necessário após um AVC também variam. O que nos une é a resiliência e a determinação dos sobreviventes do AVC para desenvolver as coisas que o AVC não pôde eliminar e continuar a jornada de recuperação. 

Na CSSEF, pode contar com apoio das nossas cuidadoras profissionais assim como dos nossos Enfermeiros de Reabilitação. Contacte-nos podemos dar muito mais qualidade de vida e quem está a recuperar de um AVC. 

Dia internacional do idoso

Dia Internacional do Idoso

A 14 de dezembro de 1990, a Assembleia Geral das Nações Unidas (resolução 45/106) designou 1 de outubro o Dia Internacional das Pessoas Idosas. Esta iniciativa foi precedida por outras como o Plano Internacional de Ação para o Envelhecimento de Viena – adotado pela Assembleia Mundial sobre o Envelhecimento em 1982 – e adotado no final desse ano pela Assembleia Geral da ONU.

Em 2002, a Segunda Assembleia Mundial sobre o Envelhecimento adotou o Plano de Ação Internacional sobre o Envelhecimento de Madrid (PAIEM), para responder às oportunidades e desafios do envelhecimento populacional no século XXI e promover o desenvolvimento de uma sociedade para todas as idades.

Uma década depois do PAIEM, a primeira responsabilização dos governos na associação da problemática do envelhecimento, desenvolvimento social e económico com os direitos humanos. Esta interdependência entre a integração social das pessoas idosas e o pleno gozo dos seus direitos humanos n-ao pode ser ignorada. 

O grau de integração do idoso na sociedade afetará diretamente a suas a dignidade e qualidade de vida. 

O tema de 2018 da UNIDOP é “Comemorar os idosos defensores dos direitos humanos”. E que melhor forma de comemorar este dia do que celebrar os idosos em todo o mundo que dedicam suas vidas à defesa dos direitos humanos?

Mas quem são estes idosos que defendem os seus direitos humanos e das população mais envelhecida? 

Estes estão são diversos quanto a sociedade em que vivem: de pessoas mais velhas desconhecidas que defendem os direitos humanos até figuras de alto perfil e com relevo internacional. Todos e cada um destes exigem igual respeito e reconhecimento dedicando-se e comprometendo-se em contribuir para um mundo livre de medo e livre de carências.

Em 2018 o grupo de trabalho das Nações Unidas UNIDOP definiu como objetivos: 

  • Promover os direitos consagrados na Declaração e o que esta significa na vida cotidiana dos idosos;
  • Aumentar a visibilidade dos idosos como membros da sociedade comprometidos em melhorar o vivenciar dos direitos humanos em muitas áreas da vida e não apenas naqueles que os afetam imediatamente;
  • Refletir sobre os progressos e desafios para assegurar o pleno e igual desfrute dos direitos humanos e liberdades fundamentais pelos idosos; 
  • Envolver o máximo de pessoas no mundo, mobilizando-as  para os direitos humanos em todas as fases da vida.

Glaucoma – Prevenir é o melhor remédio!

O Glaucoma ainda é a principal causa de cegueira em Portugal e no Mundo. Trata-se de uma neuropatia ótica degenerativa, que quando não tratada atempadamente provoca danos no nervo ótico e a consequente perda de visão. Comummente chamado de “ Ladrão silencioso da visão” devido à inexistência de sintomatologia em fases iniciais. A perda de visão acaba por ser um primeiro sinal, que aparece já em formas mais avançadas da doença, existindo uma diminuição do campo visual e por fim, com a evolução natural da doença, uma restrição visual acentuada que pode levar à cegueira. Estima-se que existam cerca de 200.000 doentes com glaucoma no nosso país, e acredita-se que metade deles não tenham conhecimento da patologia por falta de diagnóstico precoce. Idealmente, a partir dos 45 anos deve fazer-se o rastreio do glaucoma, de modo a avaliar a Tensão Intraocular e a possibilidade de existência de Lesões do Nervo Ótico. Sabe-se, que pessoas com histórico familiar de glaucoma e/ou hipertensão ocular devem estar particularmente atentos, pois estes são considerados os principais fatores de risco para vir a desenvolver a doença. Infelizmente, a perda visual causada pelo glaucoma é irreversível, não existe cura até ao momento, no entanto um diagnóstico precoce possibilita um tratamento adequado, permitindo ao doente portador da doença a possibilidade de viver melhor com a mesma. Deixo- vos aqui  a mensagem da Semana Mundial de Glaucoma deste ano, no âmbito da campanha de diagnóstico precoce: ” Atenção ao ladrão silencioso da visão: se tem mais de 45 anos e nem sabe a sua tensão ocular; se tem familiares com glaucoma- proteja a sua visão “. A CSSEF acredita que a Prevenção é a melhor forma de resposta a esta e a tantas outras patologias, nesse sentido, e porque estamos na Semana Mundial de Glaucoma, no dia 17 de Março de 2018 junte-se a nós e venha saber como está a saúde dos seus olhos. Prevenir é imperativo!  

E a Geração Silenciosa?!

Todos nós já ouvimos muitas vezes falar dos Millennials, neste momento começa-se a ouvir falar da iGen e dos verdadeiros nativos digitais, mas e a geração Silenciosa?!

A geração do 20’s aos 40’s que passou pela Segunda Guerra Mundial, viveu a ditadura em Portugal, ultrapassou três intervenções do FMI, e atualmente está a visualizar o inicio daquela que será possivelmente, a maior revolução tecnológica dos nossos tempos.

Serão eles tão alcançáveis como as atuais gerações? Vislumbram eles da mesma velocidade a que a informação chega e se propaga? São eles as primeiras vitimas das “fake news”? Estarão as novas estratégias de Marketing deslocadas da realidade desta geração, ou nem estarão adequadas com as necessidades que sentem?

Atualmente, residem em Portugal cerca de 1.5 milhões de pessoas desta geração. Viveram para trabalhar, não faziam barulho, não contestavam muito (daí o nome da geração), e focavam-se em produzir para subsistir. Conheciam a compra a granel, o flyer, e a radio era o meio de comunicação principal.

Abismados com o aparecimento da televisão a preto e branco, foram surpreendidos pela televisão a cores, ficaram boquiabertos com o aparecimento do computador e do telemóvel, onde ainda ouvimos muitas vezes, “essas novas tecnologias são para os mais novos”.

Após tanto viverem e experienciar já não se espantam com a inovação, muitas vezes rejeitam as novas técnicas e os novos meios de comunicar, a Internet, o Smartphone, as Redes Socias, ouvir falar em realidade aumentada é uma coisa impossível.

Atualmente, definir uma geração, com 20 anos de diferença é algo completamente impensável, tendo em conta a rapidez das mudanças.

Penso que esta geração pode dividir-se em dois grupos, o grupo que se tenta atualizar e acompanhar as alterações sentidas, e o grupo dos que acham que todas as novas transformações estão a desumanizar, e a retirar capacidades de socialização às gerações atuais e futuras.
Em algumas “áreas” vejo as empresas a adormecer e a deixar de lado esta geração, que tanto trabalhou, tanto passou e tanto poupou. As viagens, a saúde, as comunicações e o bem-estar, são áreas que poderão ajudar, e vingar com esta geração.

Vamos proporcionar a esta geração o serviço que tanto merecem, que muito mais que serem ajudados, querem ser reconhecidos.

 

Pedro Gomes

Gestão de Marketing | Digital Marketing | Optometrista

Optometrista de formação. Abraçou um novo desafio na licenciatura de Gestão de Marketing do IPAM, onde encontrou uma nova paixão.

 

 

Dia Mundial da Liberdade

idosos, envelhecimento

Hoje, 23 de janeiro de 2018 celebra-se o Dia Mundial da Liberdade. Segundo a Declaração Universal dos Direitos Humanos, que contempla a liberdade no Artigo 1º “ Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade”. Assim, e porque cada vez mais nos questionamos acerca da liberdade de escolha e do poder de decisão de quem se encontra mais vulnerável por uma condição biopsicossocial inferior. Quer por força de um envelhecimento patológico ou do próprio envelhecimento natural. Sabemos que são muitos os que se tornam reféns dentro das suas próprias casas, ou por outra, obrigados a serem transferidos para espaços comuns, hospitalizados ou institucionalizados, onde não deveriam permanecer mais de entre a 30 ou 90 dias, mas onde acabam por manter-se, dia após dia, semana após semana, sem as suas memórias, sem os seus objetos pessoais, sem uma solução viável, quase que consternados com o fim, que se advinha lento e doloroso. Onde, para infelicidade de uns e alegria de outros, a vida se esgota num fio, onde, em algum momento o direito à liberdade e igualdade se perderam, definitivamente. A CSSEF gostaria que todos tivessem a Liberdade de Bem Envelhecer, utopia para uns, talvez, uma realidade para outros, com certeza.
Flávia Silva. Gerontóloga CSSEF, CRL

 

O nosso compromisso

A CSSEF, Cooperativa de serviços de Saúde Envelhecimento e Formação,CRL, nasce de um grupo de jovens empreendedores com formação superior na área da saúde, especializados em áreas como o envelhecimento, cuidados de saúde e gestão de equipamentos de saúde. Com uma linguagem moderna e dinâmica esta cooperativa pretende dar ao mercado um novo paradigma de serviços na área do Envelhecimento e Saúde.

Missão

Proporcionar altos padrões de qualidade nos serviços prestados,   de acordo com as mais modernas e melhores práticas na formação profissional, na promoção para a saúde e nos cuidados de saúde, resultando na confiança e compromisso dos nossos clientes, colaboradores e parceiros.

Pois só oferecendo serviços credíveis, modernos e seguros pode ser desenvolvida a missão a que nos propomos, e assim poder obter a referencia e fidelidade dos nossos clientes, criar alianças reforçadas com os nossos colaboradores.

Valores 

Toda a actividade desenvolvida pela CSSEF é orientada para o desenvolvimento da formação, promoção e serviços na área do envelhecimento e saúde.